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Mais de 200 nascentes podem desaparecer em Jundiaí

Falta de vegetação e estiagem podem secar nascentes e córregos. Projeto pretende reflorestar matas ciliares na região.
nascente

Um projeto em Jundiaí (SP) pretende reflorestar as matas ciliares da região. A ausência de árvores na beira das nascentes provoca o desaparecimento delas. Com isso, o rio Jundiaí Mirim, que abastece o município, também pode ter o volume reduzido.

A estiagem e a falta de vegetação fizeram um córrego secar. Sobrou apenas o caminho feito por ele. A nascente virou um lago isolado. Só no município, 225 nascentes correm o risco de desaparecer. “Em geral a maoria das nascentes do rio Jundiaí Mirim estão em alerta" , diz o biólogo Martim Ribeiro.

As nascentes precisam ser protegidas por mata nativa, que ajuda a manter o volume de água e impede o assoreamento. Sem as áreas verdes no entorno, as nascentes secam no período de estiagem, o que compromete o volume dos rios e reservatórios.

Além das nascentes, um estudo mapeou as condições de todos os pequenos córregos que formam a bacia do rio Jundiaí Mirim, responsável pelo abastecimento da cidade de 400 mil habitantes.

Durante oito meses os técnicos visitaram propriedades que ficam nas margens do rio. O levantamento tem mais de 700 áreas e o principal problema é a falta da mata ciliar. Ela que protege as margens e evita a erosão. Esses benefícios o sítio Luiz Marquesim não vai ter, porque faltam árvores na beira. A família cultivava uvas na propriedade, mas quase todos se mudaram para cidade e a terra foi esquecida. "Ficou o pasto pro gado e agora estamos querendo voltar a preservar esta área aqui", diz o aposentado.

Para reparar este prejuízo, foi lançado um plano de reflorestamento. O desafio é recuperar uma área equivalente a 120 campos de futebol. Quem vai arcar com este custo são as empresas que cometeram danos ambientais. Uma empresa que produz peças de veículos precisa plantar 2.400 mudas e vai gastar R$ 100 mil. "Isso ajudaria não só nossa empresa, mas toda a comunidade que depende muito de água nessa região", diz João Masson, gerente de suprimento.

As empresas são obrigadas a manter as áreas que serão reflorestadas por dois anos, mas o município já estuda um incentivo fiscal para os donos que preservarem as áreas recuperadas depois deste prazo. "O sonho é criar um cinturão verde de proteção tanto nas nascentes quando no leito do rio", diz o presidente do departamento de água, Jamil Yatim.

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Fonte: g1.globo.com

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